
Transgressão e mudança de um currículo inexistente para ensino de línguas adicionais para crianças
Author(s) -
Mariana Guedes Seccato
Publication year - 2021
Publication title -
práxis educacional
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2178-2679
pISSN - 1809-0249
DOI - 10.22481/praxisedu.v17i47.8608
Subject(s) - philosophy , humanities
O presente texto tem como objetivo principal refletir sobre a elaboração de diretrizes para o ensino de línguas adicionais nos primeiros anos do ensino fundamental brasileiro. Atualmente diretrizes nacionais consolidadas para o ensino de outras línguas existem a partir do 6º ano do ensino fundamental. A principal atenção nas reflexões aqui trazidas pontua a necessidade de pensar em currículos, conteúdos programáticos e diretrizes que se baseiam nos princípios da responsabilidade linguísticas e pedagógica. Para tanto, utilizo pressupostos teóricos da obra Pedagogia do Oprimido, de Freire para embasar que a elaboração de qualquer direcionamento em âmbito educacional deve garantir a equidade de oportunidades. Diminuindo assim, as possibilidades de relações opressivas que anulam posicionamentos, visões e ações dentro das escolas. Abordo a associação entre linguagem e pertencimento ao mundo como prescrição à consideração das diversidades e compreensão do que é diferente, atribuindo ao currículo escolar a responsabilidade de discorrer sobre o direito à todos de aprender em situações contextualizadas.