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Quando é preciso manter sob vigilância o ensino de Geografia
Author(s) -
Bruno Nunes Batista
Publication year - 2018
Publication title -
crítica educativa
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2447-4223
DOI - 10.22476/revcted.v3i3.259
Subject(s) - humanities , philosophy , nome , art , mathematical analysis , mathematics , elliptic curve , quarter period
A fim de alcançar um estado final de perfeição, um personagem vem sendo discutido, festejado e, muitas vezes, combatido: o professor de Geografia. Este artigo procura colocar em debate, no entanto, que tal ator escolar não é uma invenção recente, tampouco um sujeito natural, mas o resultado de relações de saber que instituíram uma formação discursiva sólida e estável, abrigada sob o nome ensino de Geografia. Discurso que delimita o que se deve, quem deve, e como se deve falar sobre tal linguagem, trata-se de uma prática que, contudo, não escapa às forças de poder que, desde meados da primeira metade do século XX, sob o arco da acumulação flexível do capital, da competitividade, do consumo e da individualidade, convencionamos chamar de neoliberalismo. 

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