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IDOSOS NA UNIVERSIDADE DA MELHOR IDADE: CARACTERÍSTICAS SOCIAIS, ECONÔMICAS, DE SAÚDE E DE UTILIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS RELACIONADOS AO SEXO
Author(s) -
Roberta Aguiar Brambilla,
Elza de Fátima Ribeiro Higa,
Carlos Alberto Lazarini
Publication year - 2021
Publication title -
estudos interdisciplinares sobre o envelhecimento
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2316-2171
pISSN - 1517-2473
DOI - 10.22456/2316-2171.69913
Subject(s) - medicine , gerontology , demography , psychology , gynecology , sociology
Participantes de Universidades da Terceira Idade possuem perfil de saúde satisfatório, são em sua maioria independentes, com boa cognição e desejo de estabelecer e manter contato social. Porém, prevalece entre eles o uso contínuo de medicamentos. O objetivo deste trabalho foi apresentar o perfil sociodemográfico, socioeconômico, condições de saúde, uso de medicamentos e adesão ao tratamento de idosos participantes de uma Universidade da Melhor Idade e suas associações com o sexo. Trata-se de uma pesquisa exploratória, analítica, com abordagem quantitativa, em que o sexo foi a variável dependente e os demais dados foram as variáveis independentes. A análise estatística foi a bivariada, com nível de  significância onde p ≤ 0,05. Dos 48 idosos participantes, a maioria era mulher (75%), vivendo sozinha (66,7%). Homens apresentaram maior porcentagem de renda de até um salário mínimo (50%). O perfil de uso de medicamentos mostrou: 83,3% utilizaram algum tipo de medicamento predominando os anti-hipertensivos; 70% consumiram de um a quatro medicamentos; 80% dos homens obtêm medicamentos em farmácias e no Sistema Único de Saúde; 100% dos homens possuem entre média e alta adesão ao tratamento, o que difere estatisticamente das mulheres onde se observou maior porcentagem de baixa adesão (38,9%). O presente estudo sugere que conhecer o perfil do uso de medicamentos por idosos frequentadores de uma Universidade da Terceira Idade pode subsidiar a  inclusão de temas relacionados ao manejo diário de medicamentos, tais como automedicação, adesão terapêutica, entre outros, nas atividades desenvolvidas, visto que a medicação faz parte do dia a dia dessas pessoas.

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