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A vingança da geografia: A construção do mundo geopolítico a partir da perspectiva geográfica
Author(s) -
Alexandre César Cunha Leite,
George Bronzeado de Andrade
Publication year - 2016
Publication title -
conjuntura austral
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2178-8839
DOI - 10.22456/2178-8839.61319
Subject(s) - political science , humanities , philosophy
Robert D. Kaplan em sua obra “A vingança da Geografia: a construção do mundo geopolítico a partir da perspectiva geográfica” sustenta a necessidade de um resgate vigoroso da perspectiva geopolítica pelas relações internacionais. Por intermédio de um texto bem escrito, claro e conciso, apoiado em uma análise histórica, Kaplan traz para o centro nervoso das relações de poder entre os Estados, a importância do elemento espacial como um fator fundamental sobre o qual se debruçam a estratégia militar e a diplomacia. Ao trazer à tona a importância da geopolítica (em termos de território e demografia, sobretudo) para a compreensão das estratégias dos Estados no Sistema Internacional, Kaplan ressuscita a velha tese de que a questão geográfica ainda pode explicar em muitos sentidos o movimento dos Estados e seus planos de ação em diversas conjunturas de poder. Kaplan (2013: 62) nessa direção explica que períodos de convulsão global reavivam as perspectivas analíticas sustentadas na geografia e na geopolítica, na qual a segunda é considerada como a influência da geografia sobre as divisões humanas.Robert D. Kaplan em sua obra “A vingança da Geografia: a construção do mundo geopolítico a partir da perspectiva geográfica” sustenta a necessidade de um resgate vigoroso da perspectiva geopolítica pelas relações internacionais. Por intermédio de um texto bem escrito, claro e conciso, apoiado em uma análise histórica, Kaplan traz para o centro nervoso das relações de poder entre os Estados, a importância do elemento espacial como um fator fundamental sobre o qual se debruçam a estratégia militar e a diplomacia. Ao trazer à tona a importância da geopolítica (em termos de território e demografia, sobretudo) para a compreensão das estratégias dos Estados no Sistema Internacional, Kaplan ressuscita a velha tese de que a questão geográfica ainda pode explicar em muitos sentidos o movimento dos Estados e seus planos de ação em diversas conjunturas de poder. Kaplan (2013: 62) nessa direção explica que períodos de convulsão global reavivam as perspectivas analíticas sustentadas na geografia e na geopolítica, na qual a segunda é considerada como a influência da geografia sobre as divisões humanas.

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