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Análise espaço-temporal dos ventos no extremo norte da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil
Author(s) -
Gabriela Camboim Rockett,
Priscila Telles,
Eduardo Guimarães Barboza,
Nelson Luiz Sambaqui Grüber,
Carlos Eduardo Simão
Publication year - 2017
Publication title -
pesquisas em geociências
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.187
H-Index - 9
eISSN - 1807-9806
pISSN - 1518-2398
DOI - 10.22456/1807-9806.78271
Subject(s) - geography , geology , humanities , art
O transporte de partículas entre diferentes regiões é fortemente influenciado pela atividade dos ventos, o qual pode exercer grande influência na formação das paisagens litorâneas. Com o objetivo de caracterizar a dinâmica dos ventos no extremo norte da Planície Costeira do Rio Grande do Sul (RS), foram analisados dados históricos e anuais dos ventos (velocidade e direção) de quatro estações meteorológicas localizadas na região. Os resultados demonstram que na estação de Torres os ventos provenientes das direções NE e S são mais frequentes, e que os ventos das direções W e N são raros. Na estação SBTR/Aeroporto, os ventos do quadrante N-E são os mais frequentes (32%), seguidos dos ventos provenientes das direções SW, SSW e S. Na estação da Lagoa Itapeva Central o padrão dos ventos se altera um pouco, prevalecendo as direções NE e SW, com ventos de maior intensidade provenientes da direção SW. Verificou-se uma variabilidade considerável na direção e frequência dos ventos no decorrer das estações do ano, apresentando maiores valores de intensidade durante o inverno. Com base nos dados obtidos para cada estação meteorológica, constatou- -se que no extremo norte da Planície Costeira do RS os ventos de maiores intensidade (quadrante S-SW) são registrados na estação localizada mais ao sul (município de Arroio do Sal), mais próxima à base do Planalto Serra Geral, numa localidade em que as ocorrências coincidem com as direções livres de obstáculos orográficos. Apesar disso, as análises espaço-temporais evidenciaram que as diferentes localidades não possuem diferenças significativas nos padrões direcionais do vento considerando a unidade direcional como sendo o quadrante.

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