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“Não se fazem mais elites como antigamente”: o incessante problema do elitismo democrático
Author(s) -
Jens Borchert
Publication year - 2018
Publication title -
revista da faculdade de direito da universidade federal do rio grande do sul/revista da faculdade de direito da ufrgs
Language(s) - English
Resource type - Journals
eISSN - 2595-6884
pISSN - 0104-6594
DOI - 10.22456/0104-6594.86011
Subject(s) - elitism , democracy , ideal (ethics) , political science , elite , democratic theory , humanities , welfare economics , sociology , politics , philosophy , law , economics
“NÃO SE FAZEM MAIS ELITES COMO ANTIGAMENTE”: O INCESSANTE PROBLEMA DO ELITISMO DEMOCRÁTICO  “THEY AIN’T MAKING ELITES LIKE THEY USED TO”: THE NEVER ENDING TROUBLE WITH DEMOCRATIC ELITISM  RESUMO: Este artigo identifica três princípios centrais do elitismo democrático, da forma como foram desenvolvidos por vários autores. Em seguida, segue a sorte dessas ideias dentro da teoria democrática. Surpreendentemente, eu encontro a aceitação quase universal, embora não reconhecida, dos princípios do elitismo democrático nas teorias contemporâneas da democracia. Entre o público, no entanto, ainda existe um forte anseio por uma democracia mais próxima do ideal e mais aberta à participação pública. Isso se reflete nas críticas públicas a políticos profissionais “distanciados”. Eu argumento que uma solução conceitual para a tensão entre o estado da teoria democrática e as expectativas do público pode, ironicamente, ser fornecida por uma corrente dentro da teoria do elitismo democrático, a saber, a teoria da poliarquia de Robert Dahl. PALAVRAS-CHAVE: teorias da democracia, profissionalismo político, autonomia da elite, participação, competição. ABSTRACT: This article identifies three central tenets of democratic elitism as developed by various authors. It then traces the fate of these ideas within democratic theory. Surprisingly, I find almost universal, if unacknowledged, acceptance of democratic elitism’s principles in contemporary theories of democracy. In the public, however, there is still a strong yearning for a democracy that is closer to the ideal and more open to public participation. This is reflected in public criticisms of “detached” professional politicians. I argue that a conceptual solution to the tension between the state of democratic theory and the public’s expectations may ironically be provided by one strand within the theory of democratic elitism, namely Robert Dahl’s theory of polyarchy. 

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