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Ilhas perdidas: algumas considerações sobre o capítulo “Entre o mar e o continente”, de Marco Antonio Casanova
Author(s) -
Fernando R. de Moraes Barros
Publication year - 2014
Publication title -
viso
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1981-4062
DOI - 10.22409/1981-4062/v15i/184
Subject(s) - humanities , philosophy , art
O breve texto que se segue visa a comentar o capítulo “Entre o mar e o continente”, de Marco Antonio Casanova. Implicando passar em revista importantes pontos teóricos de sustentação – cujas referências vão de Nietzsche a Heidegger –, mas também movimentos artísticos contemporâneos de suma relevância – como, por exemplo, a “act painting” praticada por Pollock –, o texto que se nos ofereceu à leitura acumula desafios extremamente instigantes. Obrigando-nos a repensar os desempenhos de nosso sistema perceptivo, bem como a nossa relação com o passar do tempo, o problema que ele nos propõe deixa-se resumir numa pergunta lapidar, a saber: qual é a relação entre a arte abstrata e o modo contemporâneo de existência?

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