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Radiografia de crânio no TCE leve em crianças
Author(s) -
Luiz Claudio Celestino Dos Santos,
José Alberto Landeiro,
Leonardo Garcia Martins,
Aloisio Dos Santos
Publication year - 2017
Publication title -
jbnc - jornal brasileiro de neurocirurgia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2446-6786
pISSN - 0103-5118
DOI - 10.22290/jbnc.v3i1.33
Subject(s) - medicine , glasgow coma scale , skull , head injury , altered mental status , coma (optics) , vomiting , surgery , neurological examination , physical examination , level of consciousness , pediatrics , anesthesia , physics , optics
Entre maio de 1990 e fevereiro de 1991, 206 crianças foram submetidas a radiografia de crânio (RX) no Hospital Universitário Antonio Pedro, em Niterói, por causa de traumatismo craniencefálico (TCE) leve. As crianças foram divididas em grupos pré-escolar (2-4 anos) e escolar (5-12 anos) e foram avaliadas quanto ao tipo de trauma sofrido, pontuação na escala de coma de Glasgow(ou equivalente), presença de perda de consciência, vômitos e lesões associadas, os quais foram relacionados com a presença de fratura de crânio no RX, para verificar a validade de critérios presumíveis de fratura estabelecidos em outros trabalhos. Analisou-se a influência do RX no tratamento e prognóstico: 53 (25,7%) tiveram fratura de crânio e o osso mais frequentemente envolvido foi o parietal. Hematoma subgaleal e contusão do couro cabeludo foram os achados mais freqüentes nos casos com fratura. Cinco crianças (2,4%) sofreram algum tipo de complicação: um hematoma epidural, uma meningoencefalite bacteriana e três casos de diminuição do nível de consciência, dos quais somente dois (0,57%) tinham fratura de crânio. Os autores concluem que a radiografia de crânio tem muito pouca ou nenhuma contribuição para o tratamento e o prognóstico e afirmam que um exame neurológico adequado, em conjunto com a avaliação do nível de consciência, pode alertar o médico de modo mais eficiente para identificar os pacientes propensos a sofrer complicações.

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