Radiocirurgia para Tumores Raquimedulares Intradurais
Author(s) -
Alessandra Gorgulho,
João Gabriel R. Gomes,
Antonio A. F. De Salles
Publication year - 2018
Publication title -
jbnc - jornal brasileiro de neurocirurgia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2446-6786
pISSN - 0103-5118
DOI - 10.22290/jbnc.v25i3.1139
Subject(s) - medicine , gynecology
Os tumores intradurais podem ser classificados em dois grupos: intramedulares e extramedulares. Na sua maioria são tumores benignos que se apresentam com quadro clínico insidioso, ou muitas vezes, são encontrados de forma incidental em exames de imagem. O tratamento padrão é a microcirurgia com ressecção total da lesão. Entretanto, alguns pacientes não são candidatos ideais para o tratamento cirúrgico: a idade, comorbidades ou a natureza recorrente do tumor são fatores limitantes para cirurgia. A radiocirurgia estereotáxica (SRS) tornou-se amplamente utilizada para o tratamento de várias lesões intracranianas e agora também para lesões espinhais, com efetividade no controle tumoral e baixa morbidade. Avanços tecnológicos recentes permitiram à SRS transcender o invólucro craniano, tornando possível o tratamento de lesões extracranianas. Nesse contexto, a SRS espinhal aparece como ferramenta no manejo dos tumores intradurais, oferecendo bons resultados e baixa morbidade em pacientes selecionados. O objetivo deste artigo é oferecer uma revisão sobre a radiocirurgia para lesões espinhais intradurais.
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