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Hemorragia intracerebral espontânea
Author(s) -
Paulo Henrique Pires de Aguiar,
Maurício Mandel,
Leonardo Lourenço,
Ricardo Bragança de Vasconcellos Fontes,
Marcelo Melgaris,
Renata Simm,
Manoel Jacobsen Teixeira,
Oswaldo Inácio Tella Júnior
Publication year - 2018
Publication title -
jbnc - jornal brasileiro de neurocirurgia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2446-6786
pISSN - 0103-5118
DOI - 10.22290/jbnc.v12i3.1489
Subject(s) - medicine , gynecology
A hemorragia intracerebral espontânea (HIE) responde por 10% a 20% das doenças cerebrovasculares, acarretando um dos mais elevados índices de mortalidade e morbidade entre as lesões vasculares. Essa entidade é duas vezes mais comum do que a hemorragia subaracnóidea e o seu maior fator de risco é a hipertensão arterial crônica, a qual é responsável por 55% de todos os casos. Apesar de a evolução dos pacientes com hemorragia intracerebral ter seus pontos definidos, sendo determinada primariamente pela extensão e pela localização da lesão e pelo estado inicial do paciente, o tratamento ainda é um campo no qual se encontram muitas contradições. Na busca por uma resposta, tanto no ponto de vista prognóstico quanto na escolha da melhor maneira de intervenção, inúmeros modelos experimentais e estudos epidemiológicos são desenvolvidos. O objetivo dos autores foi revisar a literatura, levantando consensos e contradições.  

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