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Devemos incentivar o ócio ou a produtividade?
Author(s) -
J. De Nazaré T. Dias
Publication year - 1955
Publication title -
revista do serviço público
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2357-8017
pISSN - 0034-9240
DOI - 10.21874/rsp.v67i03.5092
Subject(s) - humanities , physics , political science , philosophy
O propósito que domina tôda a política de remuneração é o de retribuiro trabalho de acôrdo com a importância das atribuições, dificuldades e responsabilidadesque lhe são inerentes. Atribui-se a cada cargo ou emprego umsalário, cujo valor aumenta à medida que o empregado percorre a estruturahierárquica e alcança, gradativamente, seus diversos escalões. Procura-se,além disso, estimular a dedicação ao trabalho e a eficiência no desempenho<las funções através de aumentos periódicos, concedidos enquanto o empregadopermanece em determinado cargo, procurando-se, por tal forma, recompensara experiência adquirida no desempenho de funções do mesmo nível.Outras medidas de caráter eminentemente positivo e que se traduzem emvantagem financeira ou de outra índole são postas em prática com o mesmoobjetivo. Mas há também providências que, sem embargo de sua naturezanegativa, visam, por igual, ao maior rendimento do servidor e, conseqüentemente,dos serviços que compete à administração pública prestar e prover.Referimo-nos às deduções salariais decorrentes da falta de assiduidade ou deimpontualidade. Busca-se, outrossim, fixar linhas de promoção, incrementaro preparo do funcionário para o exercício de cargos de maior responsabilidadee relêvo, bem como criar ambientes de trabalho e incentivos que aumentema produtividade da mão de obra. A disposição harmônica de elementos dessanatureza caracteriza o qüe se pode, com propriedade, denominar de boa políticade administração de pessoal.

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