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Dilema: administrar com ou contra preços
Author(s) -
Floriano Freitas Filho
Publication year - 2017
Publication title -
revista do serviço público
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2357-8017
pISSN - 0034-9240
DOI - 10.21874/rsp.v43i5.2001
Subject(s) - humanities , political science , philosophy
Os preços não fazem parte da infraestrutura de uma economia, mas são os melhores e mais simples indicadores da inflação. Nesse sentido, tem a mesma propriedade do termômetro para o médico, ao acusar pelas temperaturas altas o estado febril, a possível infecção. Não se sabe de médicos que tenham congelado seus termômetros, a fim de evitar a febre e eliminar a infecção de seus pacientes. Mas sabe-se, através dos séculos, de muitos governantes que congelaram preços, na tentativa de evitar ou controlar a inflação. Diocleciano, imperador romano (284 d.C. a 305 d.C.), a fim de debelar a inflação que assolava o império, determinou o controle de preços. Fez circular um édito (301 d.C.), que estabelecia o preço máximo de cada serviço, de cada objeto de troca. A penalidade por comprar ou vender acima do estabelecido era a morte ou o exílio. Embora muitos tenham perdido a vida, tornou-se absolutamente necessário revogar a lei. Compreendeu-se que havia algo mais, além da suposta causa de todos os males: “a ganância dos comerciantes”

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