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Identificação das espécies causadoras de miíases em humanos provenientes dos serviços de saúde do município de Nova Iguaçu, RJ, entre os anos de 2017 e 2018.
Author(s) -
Marina Lopes Duarte,
Margareth Maria de Carvalho Queiroz,
Marina Vianna Braga,
Lucas Barbosa Cortinhas
Publication year - 2019
Publication title -
revista de saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2179-2739
DOI - 10.21727/rs.v10i2.2010
Subject(s) - cochliomyia hominivorax , biology , microbiology and biotechnology , humanities , physics , larva , calliphoridae , art , ecology
As moscas são insetos holometábolos, suas larvas são parasitas obrigatórios, alimentando-se dos tecidos vivos ou mortos do hospedeiro e merecem especial destaque em saúde pública, por produzirem miíases no homem e animais. Miíases são enfermidades comuns nas zonas rurais e periferias dos países tropicais. Este trabalho teve como objetivo identificar as espécies e instares larvais dos dípteros causadores de miíases humanas de pacientes atendidos em Hospitais Municipais (HM) e Clínicas da Saúde da Família (CSF) da cidade de Nova Iguaçu, RJ. Depois da retirada das larvas das lesões, estas foram sacrificadas em éter, lavadas em solução de NaCl a 0,9% e preservadas em etanol a 70%. Posteriormente, foram encaminhadas ao laboratório (LEMEF) onde foram transferidas para solução de KOH a 10% e, em seguida, para lactofenol. Após este processo, foram montadas entre lâmina e lamínula, analisadas com o auxílio de microscópio estereoscópico e identificadas com o uso de chaves dicotômicas específicas. Analisou-se um total de 880 larvas, sendo 730 provenientes de atendimentos das CSF e 150 larvas dos HM. Foram identificadas três diferentes espécies, das quais Cochliomyia hominivorax foi encontrada na maioria dos casos e, Dermatobia hominis e Fannia sp. com apenas um caso cada. Nas CSF observou-se uma predominância de larvas de 3º instar, resultado este corroborado pelos HM (461 e 105, respectivamente). Larvas faratas só foram identificadas nas amostras das CSF. A maior presença de 3º instar (idade entre três e sete dias) indica uma possível demora na procura dos pacientes pelas instituições de saúde para o tratamento.

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