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Alta prevalência de quartos canais não tratados e forames independentes em primeiros molares superiores e associação com lesões periapicais: um estudo transversal
Author(s) -
Anderson de Oliveira Paulo,
Laís Medeiros Barriviera,
Fernando Antunes Barriviera,
Maurício Barriviera,
Isabella Figueira de Sousa,
Loise Pedrosa Salles,
Igor Iuco CastroSilva
Publication year - 2021
Publication title -
rsbo./rsbo
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1984-5685
pISSN - 1806-7727
DOI - 10.21726/rsbo.v18i1.1456
Subject(s) - medicine , physics , dentistry
O conhecimento sobre a ocorrência do segundo canal mesiovestibular (MV2) em dentes já tratados é insuficiente, e variações anatômicas do forame apical representam um grande desafio para o endodontista, o que pode estar associado a altas taxas de falha clínica. Objetivo: Este estudo objetivou determinar a prevalência de quartos canais tratados e forames apicais independentes em primeiros molares superiores permanentes com tratamento endodôntico e sua associação com lesões periapicais, usando tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) em campo de visão pequeno. Material e métodos: O total de 1.100 primeiros molares superiores permanentes com tratamento endodôntico de diferentes pacientes da cidade de Brasília (DF, Brasil) foi analisado em imagens de TCFC por dois examinadores calibrados e especialistas em imaginologia. A presença do canal MV2 foi registrada e classificada nas variáveis categóricas com ou sem tratamento, com ou sem forame apical independente e com ou sem lesão periapical, e suas frequências foram analisadas pelo teste do χ2 (p < 0,05) e razão de chances. Resultados: Houve proporção discrepante de canais MV2 tratados e não tratados (razão de 1:6,5) e MV2 com forame independente presente e ausente (razão de 1,4:1). A associação entre lesões periapicais com quartos canais não tratados e forame apical independente foi significativamente forte e positiva. Conclusão: Este estudo demonstrou a alta prevalência de canal MV2 sem tratamento e forame apical independente em primeiros molares superiores permanentes com tratamento endodôntico e sua associação com lesões periapicais em análise por TCFC. Esses achados apontam para a necessidade de se reforçar procedimentos de diagnóstico e tratamento em endodontia.

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