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Análise comparativa entre valor contábil - sob a perspectiva do Grau de Intangibilidade (GI) - e valor de mercado de empresas brasileiras de Telecom fixas cotadas na BM&FBOVESPA no período de 2001 a 2010
Author(s) -
Antonio Thomaz Pacheco Lessa Neto,
Michel Freller
Publication year - 2014
Publication title -
revista científica hermes - fipen
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2175-0556
DOI - 10.21710/rch.v10i0.85
Subject(s) - humanities , political science , physics , philosophy
A grande preocupação no mundo dos negócios, pelo menos até praticamente meados da década de 80, era avaliar o Ativo Tangível. Contudo, nas duas décadas e meia seguintes, a mudança da ênfase do Ativo Tangível para o Ativo Intangível (“Goodwill” ou termos como Capital Intelectual, Marcas e Patentes, Propriedade Intelectual, Pesquisa e Desenvolvimento - P&D) foi extremamente marcante a partir das ondas de fusões (até mesmo hostis) e incorporações na Europa e nos Estados Unidos. Com a transição para a Economia/Era do Conhecimento, verificada nas últimas décadas, os investidores têm demonstrado maior preocupação em olhar mais atentamente para os Ativos Intangíveis de uma empresa no que se refere à sua avaliação. Certamente, os investidores sabem que os Ativos Intangíveis contribuirão de maneira significativa no resultado financeiro da empresa no longo prazo e os mesmos demonstram esse seu entusiasmo endossando, nas bolsas de valores ao redor das grandes capitais de negócios no mundo, a valorização das empresas que detêm, e criando, a partir de uma gestão eficiente de seus agentes, a tão esperada riqueza. Posto isso, o objetivo deste trabalho foi elaborar uma análise comparativa do GI (Grau de Intangibilidade) - calculado pela fórmula de Kayo (2002) e Perez e Famá (2004) = VMA / PLC - versus o preço de mercado da ação (PMA) - cotado no último negócio do papel-mercado no último dia útil do mês de Dezembro – de apenas 4 companhias (devido ao “missing values”) de TELECOM Fixas - que também constavam das estatísticas históricas de mercado do site da BM&FBOVESPA usadas para estimação tanto dos respectivos Valores de Mercado (Total) das Ações, ou VMA´s quanto dos patrimônios líquidos contábeis, ou PLC´s - cobrindo o período de 10 anos (2001 a 2010). A correlação paramétrica no âmbito mais amplo (todas as quatro empresas reunidas) denotou ser muito pouco substancial - correlação muito baixa - menor do que 0,20, embora no âmbito mais restrito (cada empresa isoladamente) tenhamos encontrado a maioria delas, três empresas, bem correlacionadas (sendo uma com grau de correlação expressivamente alto - acima de 0,90 - e duas com intensidade de correlação apenas alta – entre 0,70 e 0,89) e somente uma delas apareceu com intensidade de correlação baixa (entre 0,20 e 0,39).

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