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ABORTO DECORRENTE DE HIDROPSIA FETAL EM PRIMIGESTA: RELATO DE CASO
Author(s) -
Laíssa Gava Altoé,
Eliza Moreira de Mattos Tinoco
Publication year - 2020
Publication title -
pensar acadêmico
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2674-7499
pISSN - 1808-6136
DOI - 10.21576/pa.2021v19i1.1907
Subject(s) - medicine , fetus , humanities , gynecology , pregnancy , philosophy , biology , genetics
Hidropsia fetal é um sinal patológico obstétrico raro que acomete cerca de 1/4.000 partos, cuja etiologia pode ser decorrente de mais de 100 tipos de doenças. Trata-se de um distúrbio hídrico que cursa com o acometimento de dois ou mais tecidos moles ou cavidades serosas do feto Em geral o diagnóstico se dá por meio da ultrassonografia pélvica de rotina. O prognóstico dessa patologia é bastante lôbrego, já que boa parte das crianças são natimortas ou desfrutam de poucas horas de vida após o nascimento. Contudo, embora raro, é possível observar sobreviventes sem anormalidades; mas para isso é necessário um diagnóstico precoce - visando o conhecimento da etiologia –, que determinará o tratamento e condutas adequadas. O presente estudo visa relatar um caso de hidropsia fetal, provavelmente decorrente de causa não imune, que evoluiu em aborto espontâneo na 19ª semana de gestação.  O caso relatado traz à luz a discussão da etiologia, diagnósticos e condutas acerca da hidropsia fetal, patologia que embora tenha recebido atenções pré-natais significativas, não têm demostrado boas mudanças de paradigma.

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