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DESCRIÇÃO DE CASOS E ÓBITOS POR COVID-19 INTERNADOS EM HOSPITAIS DA FHEMIG EM 2020 E 2021
Author(s) -
Fabiana Guerra Pimenta,
Deise Campos Cardoso,
Cíntia Pereira Ramos,
Lucineia Maria de Queiroz Carvalhais Ramos
Publication year - 2021
Publication title -
rahis. revista de administração hospitalar e inovação em saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2177-2754
pISSN - 1983-5205
DOI - 10.21450/rahis.v18i4.7277
Subject(s) - medicine , covid-19 , disease , infectious disease (medical specialty)
INTRODUÇÃO A COVID-19 se manifesta por casos assintomáticos, mas também por formas graves que exigem internação e tratamento mais assistido em até 12% dos casos. Tal situação exigiu enorme esforço conjunto dos profissionais da assistência, de planejamento oportuno da capacidade de atendimento e das atualizações das diretrizes clínicas. OBJETIVO Descrever casos e óbitos por COVID-19 internados em hospitais da FHEMIG em 2020 e 2021. METODOLOGIA Dados quinzenais enviados pelas Unidades Assistenciais entre as Semanas Epidemiológicas 34-2020 a 26-2021 foram consolidados para análise descritiva. Participaram os Hospitais Eduardo de Menezes, Júlia Kubitschek, Infantil João Paulo II, João XXIII, Regional de Barbacena, Regional João Penido e Regional Antônio Dias. RESULTADOS Ao final da SE 26-2021, foram internados 14.814 casos suspeitos. Dos 6.129 casos confirmados, 1.208 foram a óbito, cerca de 44% foram admitidos em UTI e cerca de 28% utilizaram ventilação mecânica. A proporção média do sexo masculino foi maior que 50% nas internações e nos óbitos. Da mesma forma, mais de 50% de casos e óbitos ocorreram em maiores de 60 anos, em média. A comorbidade mais associada ao óbito foi hipertensão arterial. Na FHEMIG, exceto no HRAD, as taxas de letalidade foram maiores se o caso foi internado em CTI e maior ainda se usou ventilação mecânica: 45,1 e 63,9, respectivamente. O HJK atendeu 2.327 casos confirmados seguido do HEM com 1.888 casos e do HRJP com 1.113 casos. Neste período, o mais jovem a falecer por COVID-19 na FHEMIG tinha dois meses de idade (HRJP) e o mais velho tinha 102 anos (HJK). Dados informados por SE resultaram em uma média de tempo entre o início dos sintomas e a internação variou de 2,2 a 11,6 dias e a média de tempo entre o início dos sintomas e o óbito variou de 1 a 27 dias. O HRAD apresentou as maiores taxas de letalidade geral (57,4) e letalidade no CTI (61,0) e ainda a maior proporção de casos de residentes em outros municípios (40%). As menores taxas de letalidade foram observadas no HIJPII. CONCLUSÃO Durante a pandemia a FHEMIG configurou-se como a maior resposta em rede ofertada no estado.

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