
Queda da Hemoglobina como preditor de resposta virológica sustentada no tratamento da Hepatite C crônica
Author(s) -
Eric Bassetti Soares,
Laura Tassis Larangeira,
Mariassur Rancanti Penido,
Marcus Vinínius Schmidt Coelho,
Thiago Barreto Mafra Oliveira
Publication year - 2015
Publication title -
rahis. revista de administração hospitalar e inovação em saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2177-2754
pISSN - 1983-5205
DOI - 10.21450/rahis.v12i4.2800
Subject(s) - medicine , gynecology
O VÍRUS DA HEPATITE C É A PRINCIPAL CAUSA DE HEPATITE CRÔNICA NO MUNDO. A INFECÇÃO CRÔNICA PELO HCV É, PREDOMINANTEMENTE, ASSINTOMÁTICA. O DIAGNÓSTICO DE HEPATITE C DEVE SER BUSCADO EM TODOS OS PACIENTES COM ELEVADOS NÍVEIS DE TRANSAMINASES NO SANGUE, COM DOENÇA HEPÁTICA CRÔNICA SEM ETIOLOGIA DEFINIDA E AQUELES QUE APRESENTEM UMA HISTÓRIA DE ELEVADO RISCO PARA TRANSMISSÃO DA DOENÇA. A TERAPIA ANTIVIRAL OBJETIVA À CURA DA HEPATITE C ATRAVÉS DA ELIMINAÇÃO DO VÍRUS. A ANEMIA É UM EFEITO ADVERSO USUAL DURANTE O TRATAMENTO COM INTERFERON PEGUILADO E RIBAVIRINA. O ESTUDO OBJETIVA OBSERVAR A TAXA DE RESPOSTA VIROLÓGICA SUSTENTADA E SUA CORRELAÇÃO COM A ANEMIA SECUNDÁRIA AO USO DESSES MEDICAMENTOS. CONCLUIU-SE QUE, APÓS 12 SEMANAS DE TRATAMENTO, A MÉDIA DA HEMOGLOBINA FOI ESTATISTICAMENTE MENOR NO GRUPO QUE OBTEVE RESPOSTA VIROLÓGICA SUSTENTADA, E A QUEDA DA HEMOGLOBINA EM RELAÇÃO À BASAL FOI MAIOR NO GRUPO QUE RESPONDEU AO TRATAMENTO. COMO A DOSAGEM DA HEMOGLOBINA É UM EXAME DE BAIXO CUSTO E MANDATÓRIO PARA A AVALIAÇÃO PRÉ E PER TRATAMENTO, SUA UTILIZAÇÃO COMO PROGNÓSTICO DE RVS DEVE SER ESTIMULADA.