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Definições terminológicas negativas: um mal necessário?
Author(s) -
Ivanir Azevedo Delvizio,
Francine de Assis Silveira
Publication year - 2021
Publication title -
estudos linguísticos (são paulo 1978)
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1413-0939
DOI - 10.21165/el.v50i2.2944
Subject(s) - political science , humanities , psychology , philosophy
As convenções sobre elaboração de definições terminológicas, em geral, recomendam evitar o uso de estruturas negativas sempre que possível. Com isso, as definições negativas têm sido pouco ilustradas e discutidas. O objetivo deste artigo é analisar um conjunto desse tipo de definição e observar os casos em que pode ser utilizado. Para tal, fundamentou-se nos preceitos teóricos da Terminologia (CABRÉ, 1993; FINATTO, 2003; KRIEGER; FINATTO, 2004; BARROS, 2004; ALMEIDA; PINO; SOUZA, 2007; GALDIANO; ZAVAGLIA, 2015; SAGER, 1993; BARITÉ, 2017). Foram analisadas definições negativas utilizadas tanto no discurso especializado quanto em trabalhos terminográficos em diferentes áreas de especialidade. Observou-se que as definições negativas foram usadas para definir termos que expressam conceitos que têm como traço principal a ausência de uma característica, com valor negativo, que apresentam formantes negativos em suas estruturas, ou que mantêm relação de oposição com outro(s) termo(s), distinguindo-se dele(s) pela ausência de uma característica.

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