
Nutrição in ovo: estratégia para nutrição de precisão em sistemas de produção avícola
Author(s) -
Fernanda Medeiros Gonçalves,
Verônica Lisboa Santos,
C. L. Contreira,
G. Farina,
B Kreuz,
Fabiane Pereira Gentilini,
M. A. Anciuti,
Fernando Rutz
Publication year - 2013
Publication title -
archivos de zootecnia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.232
H-Index - 15
eISSN - 1885-4494
pISSN - 0004-0592
DOI - 10.21071/az.v62i237.1956
Subject(s) - biology
O intestino de um pintinho é relativamente subdesenvolvido após o nascimento e estratégias de alimentação inicial devem considerar este atraso, principalmente pelas condições de estresse a qual estes animais estão submetidos logo após a eclosão. A primeira refeição do embrião é o fluido amniótico o qual é ingerido antes da bicagem interna da casca do ovo iniciando no 13º dia de incubação estendendo-se até o 18º, preparando o trato gastrointestinal para o contato com nutrientes externos após a eclosão. Considerando o padrão fisiológico de um pintinho, as reservas de carboidratos são mínimas logo após a eclosão, ocorrendo uma relação inversa entre o peso da ave jovem e as reservas de glicogênio, sugerindo que o frango moderno, de crescimento rápido, possui maior requerimento metabólico que a genética de aves utilizadas em décadas anteriores. Atualmente a alimentação in ovo tem sido considerada uma alternativa viável como suporte ao desenvolvimento precoce dos pintinhos através da utilização de soluções nutritivas injetáveis durante o período de incubação. Objetivou-se discutir as possibilidades em implantação da técnica de nutrição in ovo na cadeia produtiva do frango considerando as necessidades fisiológicas dos animais e resultados obtidos por pesquisas científicas.