
Desempenho, carcaça e cortes de frangos caipira francês barré (gris barré cou plumé)
Author(s) -
Michelane Silva Santos,
Silvia Silva Vieira,
Fernando Barbosa Tavares,
Ana Paula dos Santos Andrade,
Maria Cristina Manno,
Heiciane Soares da Costa,
S. Moreira
Publication year - 2011
Publication title -
archivos de zootecnia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.232
H-Index - 15
eISSN - 1885-4494
pISSN - 0004-0592
DOI - 10.21071/az.v61i234.2802
Subject(s) - physics , zoology , completely randomized design , biology , horticulture
Objetivou-se analisar os efeitos dos níveis de energia metabolizável e da idade de abate sobre o desempenho zootécnico, rendimento de carcaça e cortes de frangos da linhagem Caipira Francês Barré. O experimento foi conduzido em galpão experimental localizado em Parauapebas, PA. Foram utilizados 192 pintos, mistos, de 1 dia, criados em sistema intensivo. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com 3 tratamentos. Cada tratamento foi formado de 4 repetições, sendo a unidade experimental 1 box de 16 aves. Os tratamentos foram definidos de acordo com os níveis de energia metabolizável das rações inicial (1 a 28 dias) e final (29 a 90 dias), respectivamente: T1 - 3000 e 3100 kcal de EM/kg; T2 - 3100 e 3200 kcal de EM/kg; T3 - 3200 e 3300 kcal de EM/kg. As variáveis estudadas foram peso inicial, peso final, consumo de ração e conversão alimentar, proteína bruta consumida, proteína metabolizada consumida, eficiência energética e eficiência protéica. As características de carcaças das aves, analisadas com 77, 84 e 91 dias de idade, foram o rendimento de carcaça, peito, coxas, sobrecoxas, asa, dorso, asas, pés, cabeça e pescoço. A análise estatística dos dados foi realizada utilizando o procedimento ANOVA, para um modelo inteiramente casualizado, com o programa Sistema para análise estatística e genética (SAEG, 2007). As diferenças entre as médias das variáveis estudadas foram realizadas pelo Teste de Tukey a um nível de 5%. Os níveis de energia nas dietas não interferiram no desempenho zootécnico e no rendimento de carcaça, peito, coxas, sobrecoxas, asas, pés e cabeça + pescoço das aves. O nível de 3200 kcal de EM/kg proporcionou melhor rendimento de dorso. A proteína bruta e a energia metabolizada consumida pelas aves melhoraram com o incremento energético da ração, durante a fase de engorda. A idade de abate não influenciou no rendimento de carcaça, entretanto as aves abatidas aos 90 dias de idade apresentaram maior rendimento de peito.