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Fixação biológica de nitrogênio em pastagens com diferentes intensidades de corte*.
Author(s) -
L. L. G. G. Silva,
Gabriela Cavalcanti Alves,
José Roberto Ribeiro,
Segundo Urquiaga,
Sebastião Manhães Souto,
M. V. B. Figueiredo,
Hélio Almeida Burity
Publication year - 2010
Publication title -
archivos de zootecnia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.232
H-Index - 15
eISSN - 1885-4494
pISSN - 0004-0592
DOI - 10.21071/az.v59i225.4888
Subject(s) - brachiaria , pennisetum purpureum , zoology , biology , chemistry , horticulture , dry matter , forage , botany
O manejo correto numa pastagem e o uso da fixação biológica de nitrogênio (FBN) ajudam a torná-la sustentável. Foram realizados três experimentos, cada um com uma espécie de capim forrageiro na estação experimental da Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária em Itambé, na Zona da Mata de Pernambuco. Foram avaliadas a produção de matéria seca, acúmulo de nitrogênio e FBN das plantas sob vários regimes de corte. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 5 repetições que foram usasadas. Para Brachiaria decumbens e B. humidicola foram usadas intensidades de corte 5, 15, 25 cm e 25 cm + 80 kg N ha-1, e para o Pennisetum purpureum, 5, 25, 50 cm e 50 cm + 80 kg N ha-1. Os períodos avaliados foram transição seca/águas e águas em 2001. A FBN foi estimada pela abundância natural (d15N). Corte drástico (5 cm), no período de transição seca/águas, contribuiu para produção e acúmulo de nitrogênio na B. decumbens, mas não houve influência significativa das intensidades de cortes na FBN nas três pastagens e nas estações. Concluiu-se que a contribuição da FBN variou com a estação e que cortes altos não teve influência sobre o N acumulado, deste modo confirma-se que as três gramíneas são tolerantes a cortes drásticos.

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