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Relações interculturais e o trabalho de tradução como cartografia: subjetividade, transparência e poder
Author(s) -
Juliano Bona,
José Marcelo Freitas de Luna
Publication year - 2020
Publication title -
revista tempos e espaços em educação
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2358-1425
pISSN - 1983-6597
DOI - 10.20952/revtee.v13i32.13282
Subject(s) - sociology , gender studies , power (physics) , humanities , philosophy , quantum mechanics , physics
A pós-modernidade está saturada de forças que não pertencem a nenhuma geografia. As fronteiras culturais desaparecem diante da avalanche de informações que circulam de forma intercontinental. Observar o que está dentro e o que está fora de uma determinada cultura é um dos desafios de quem se propõe a traduzir as relações interculturais em nosso momento histórico. Não se trata apenas de localizar as fronteiras interculturais, mas, ao invés e também, pensar no próprio conceito de cultura como expressão da diferença em um sentido não reacionário. Deste modo, o objetivo geral deste artigo é analisar o trabalho de tradução intercultural em um contexto pós-moderno. Estamos diante de um ensaio teórico. Inicialmente, descrevemos os movimentos sociais pós-modernos e sua agenda estruturante. Em seguida, observamos as micro relações que nos permitem pensar nas fronteiras subjetivas interculturais, no que se refere à transparência e ao poder que age na positividade, nos agenciamentos desejantes. Posteriormente, discutimos o trabalho de tradutor intercultural diante do que sobra, o flerte com o poder, a cartografia. 

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