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MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO DA ÁREA ABRANGIDA PELA CARTA TOPOGRÁFICA DE SANTA MARIA – RS COMO SUBSÍDIO AO PLANEJAMENTO AMBIENTAL
Author(s) -
Marilene Dias do Nascimento,
Bernardo Syão Penna e Souza
Publication year - 2010
Publication title -
revista brasileira de geomorfologia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.222
H-Index - 5
eISSN - 2236-5664
pISSN - 1519-1540
DOI - 10.20502/rbg.v11i2.155
Subject(s) - humanities , geography , philosophy
A pesquisa geomorfológica tem como propósito reconhecer e interpretar os fenômenos que tenham como expressão as formas do relevo da terra. Nesse sentido, o presente trabalho de pesquisa teve como finalidade o mapeamento e a análise geomorfológica da área abrangida pela Carta Topográfica de Santa Maria – RS, baseado na metodologia dos estudos geomorfológicos, desenvolvidos no Leste Europeu. Esses são fundamentados nas idéias de Walter Penk, nos conceitos de Morfoestrutura e Morfoescultura de Gerasimov e Mescherikov (1968) e no tratamento técnico da Taxonomia de Relevo desenvolvido por Ross (1992), para fins de planejamento ambiental. Como material de apoio utilizou-se Cartas Topográficas de Santa Maria em escalas 1:250.000 e 1:50.000, mapas geomorfológicos, geológicos, climáticos, hidrográficos e de solos do RS, imagens de satélite e os Softwares Spring e Corel Draw. A unidade morfoestrutural identificada é a Bacia Sedimentar do Paraná que corresponde ao 1º táxon. Inseridas nessa unidade foram individualizadas três unidades morfoesculturais distintas, correspondentes ao 2º táxon. Ao norte a Porção Sul dos Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná, ao sul, a Depressão Periférica Sul-Rio-grandense e entre essas duas o Rebordo do Planalto da Bacia do Paraná. Na Porção Sul dos Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná predominam as formas denudacionais (3º táxon) de superfícies planas (Dp), com topos convexos (Dc) e com topos tabulares (Dt) (4º táxon) e vertentes convexas (5º táxon). Na Depressão Periférica Sul-rio-grandense predominam as formas agradacionais de planície fluvial (Apf) e as formas denudacionais de topos convexos (Dc) e de superfícies planas (Dp) e vertentes côncavas a convexas. No Rebordo do Planalto da Bacia do Paraná, predominam as formas denudacionais, com topos convexos (Dc), com topos aguçados (Da) e em formas de Escarpas (De), com padrão de dissecação muito elevados e vertentes retilíneas a convexas. Por essa área apresentar grande heterogeneidade no que se refere à textura do relevo é muito importante o planejamento para a utilização dos recursos naturais.

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