
Atividade anti fúngica do α-terpinen sobre Candida albicans
Author(s) -
Caroline Coradi To,
Renata Serignoli Francisconi,
Patricia Milagros Maquera-Huacho,
MarÃlia Ferreira Correia,
Ester Alves Ferreira Bordini,
Janaina de Cássia Orlandi Sardi,
Denise Madalena Palomari Spolidório
Publication year - 2019
Publication title -
revista estomatológica herediana
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2225-7616
pISSN - 1019-4355
DOI - 10.20453/reh.v29i2.3527
Subject(s) - candida albicans , corpus albicans , chemistry , biology , microbiology and biotechnology
Objetivo: avaliar a atividade antifúngica do α- terpinen sobre culturas planctonicas e biofi lme de Candida albicans. Material e Métodos: Primeiramente, foi determinada a Concentração Inibitória Mínima (CIM) e a Concentração Fungicida Mínima (CFM) do α-terpinen sobre microrganismos planctônicos. A Nistatina foi utilizada como controle positivo. Biofi lme de Candida albicans foi desenvolvido e, após o tratamento com diferentes concentrações de α-terpinen, foi quantifi cado em UFC/mL, além da atividade metabólica das células ser avaliada por XTT. Resultados: a menor concentração capaz de inibir o crescimento (CIM) foi 0,2 % para o α-terpinen e 4 μg/mL para a Nistatina. Na CIM, os resultados mostraram que a partir da concentração 0,05 % de α-terpinen e 2 μg/mL de Nistatina houve diminuição de C.albicans quando comparado ao controle. A CFM foi para α-terpinen 0,2 % e Nistatina 8 μg/mL. Na quantifi cação as concentrações efi cazes foram de α-terpinen (0,1%) e Nistatina (128μg/mL), e no teste do XTT, observou-se que α –terpinen (0,1%) e Nistatina (256μg/mL) diminuem a viabilidade quando comparado com o controle. Conclusão: Assim, pode-se afi rmar que α-terpineol pode ser uma alternativa para tratamento de infecções fúngicas.