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Ressonâncias da infância (a escrita das “Confissões” em Rousseau e Santo Agostinho)
Author(s) -
Deniz Alcione Nicolay
Publication year - 2011
Publication title -
filosofia e educação
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1984-9605
DOI - 10.20396/rfe.v3i1.8635486
Subject(s) - philosophy , humanities , linguistics , art
Este artigo trata da infância, de certa forma, das infâncias. E, por isso, pensa-a como uma experiência estética do escritor. Um escritor que oscila entre a escrita e a leitura, a ficção e o real, o presente e o passado. Ou seja, mergulha na experiência formativa da infância a partir do texto das “Confissões”, reconstruindo fragmentos de subjetividade. Em tais fragmentos, as leituras da criança-aluno proporcionam o reencontro com o mundo-outro da imaginação. Nesse espaço, o exercício da escritura encarna-se no outro da vontade, o corpo do escritor. Assim, o texto das “Confissões” é pensado por graus de intensidade, por afecções (negativas ou positivas), de forma que a percepção da noção de inocência (em Rousseau e Santo Agostinho) proporciona a compreensão da obra.

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