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Os precursores filosóficos da teoria cognitiva das metáforas
Author(s) -
Ulrike Schröder
Publication year - 2011
Publication title -
cadernos de estudos lingüísticos
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2447-0686
pISSN - 0102-5767
DOI - 10.20396/cel.v46i2.8637171
Subject(s) - philosophy , humanities , george (robot) , epistemology , art history , art
No seu livro “Wie Metaphern Wissen schaffen” (“Como metáforas criam conhecimento”), o lingüista Olaf Jäkel dedica-se a uma sistematização e reformulação da teoria cognitiva das metáforas, fundada pelos norte-americanos George Lakoff e Mark Johnson. Neste contexto, ele também remete-se a algumas teorias precursoras de outras áreas, dentre elas, ao pensamento de Immanuel Kant, que implica muitas semelhanças principalmente quanto aos elementos básicos da lingüística cognitiva em geral, embora Lakoff e Johnson recusem a teoria kantiana globalmente, por suspeitá-la objetivista. O presente artigo tem como objetivo, depois de ter resumido as caraterísticas essenciais da teoria cognitiva das metáforas, sintetizada por Jäkel, a apresentação de três linhas filosóficas nas quais encontram-se observações sobre metáforas que antecipam a teoria de Lakoff e Johnson: a filosofia da língua/a crítica da língua, a filosofia kantiana e a filosofia fenomenológica de Hans Blumenberg.

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