Sinergia entre o Processo de Pensamento da Teoria das Restrições e o Mecanismo do Pensamento Científico – limites e possibilidades
Author(s) -
José Antônio Valle Antunes,
Rodrigo Pinto Leis,
Marcelo Klippel
Publication year - 2009
Publication title -
contextus - revista contemporânea de economia e gestão
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2178-9258
pISSN - 1678-2089
DOI - 10.19094/contextus.v2i1.24
Subject(s) - philosophy , humanities
O presente artigo tem por objetivo apresentar uma discussão crítica acerca das potencialidades de sinergia existente entre o Processo de Pensamento da Teoria das Restrições – PP da TOC – e o Mecanismo do Pensamento Cientifico – MPC – proposto por Shigeo Shingo. Os autores apresentam os principais limites e possibilidades em relação às possibilidades de utilização conjunta das abordagens. O artigo evidencia as principais características dos dois Métodos de Identificação, Analise e Solução de Problemas – MIASPs. O PP da TOC busca responder três questões essenciais, utilizando ferramentas apropriadas em cada uma: a) O quê mudar (utiliza-se a Árvore da Realidade Atual); b) Mudar para o quê (Evaporação das Nuvens e Árvores da Realidade Futura) e; c) Como provocar a mudança (Árvore de Pré-requisitos e Árvore de Transição). Já o MPC caracteriza-se pela existência de 5 estágios para a elaboração de melhorias relevantes na organização: 1) estágio preliminar de classificação de problemas; 2) estágio de identificação de problema; 3) estágio de abordagens conceituais básicas para efetivação de melhorias; 4) estágio do planejamento das melhorias; 5) estágio de transformação dos planos em realidade. Os autores concluem que os principais pontos de concordância no que tange a utilização sinérgica do Processo de Pensamento da Teoria das Restrições e do Mecanismo do Pensamento Cientifico são: embasamento cientifico, pensamento dialético, soluções passíveis de serem implementadas e eliminação da inércia. No entanto, o MIASP proposto pela TOC é mais amplo, sistêmico e melhor estruturado do que o MPC proposto por Shingo, o que não invalida a utilização de um ou de outro no processo de melhoria dos sistemas produtivos. Contudo, sugere-se que sejam implementados de forma sinérgica, aumentado o poder de competitividade das organizações.
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