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VARIAÇÃO MORFOLÓGICA EM DENTES ROSTRAIS DO ESPADARTE EXTINTO ATLANTICOPRISTIS EQUATORIALIS PEREIRA & MEDEIROS, 2008.
Author(s) -
Lays S. de Oliveira Silva,
Jorge Luiz Silva Nunes,
Manuel Alfredo Medeiros
Publication year - 2020
Publication title -
boletim do laboratório de hidrobiologia
Language(s) - English
Resource type - Journals
eISSN - 1981-6421
pISSN - 0102-4337
DOI - 10.18764/1981-6421e2020.3
Subject(s) - humanities , physics , art
As raias espadarte Sclerorhynchidae (Batoidea) fazem parte de um grupo extinto monofilético que é bem registrado no Cretáceo. Para avaliar a variação morfológica intraespecífica de uma espécie do Cretáceo, os dentes rostrais referidos a Atlanticopristis equatorialis Pereira & Medeiros, 2008 foram analisados e seus caracteres morfológicos medidos e comparados. Os espécimes foram coletados na Formação Alcântara (Cretáceo, Cenomaniana), Alcântara, Maranhão, Nordeste do Brasil. Foram estudados 22 dentes rostrais (completos ou incompletos). A análise de componentes principais (ACP) revelou que o comprimento basal anteroposterior do pedúnculo é o caráter mais variável (78,8% da variação total). A coroa dos dentes rostrais exibe margens anterior e posterior multifarpadas (2 a 5 farpas em cada margem). Em algumas amostras, pequenas protuberâncias próximas à base podem ser consideradas farpas vestigiais. Estrias (ou nervuras) enameloides são vistas nas superfícies dorsal e ventral da coroa; as estrias centralizadas são paralelas e confinadas à porção mais proximal da coroa; as periféricas formam ângulos progressivamente maiores em relação ao eixo longitudinal do dente, resultando em uma configuração em leque. Foi observada uma variação de 6 a 13 estrias. A variação observada no pedúnculo é a menos útil em relação à importância taxonômica, uma vez que este serve como uma “raiz” para os dentes e muitos padrões diferentes de superficies rugosas podem ser fixados por ligamentos. As características da coroa são mais úteis para distinção taxonômica e suas medidas indicam variação intraespecífica em A. equatorialis.ABSTRACTSclerorhynchid sawfi shes (Batoidea) are part of a monophyletic extinct group that is well recorded in the Cretaceous. In order to evaluate the intraspecifi c morphological variation of a Cretaceous species, rostral teeth referred to Atlanticopristis equatorialis Pereira & Medeiros, 2008 were analyzedand their morphological characters measured and compared. The crown of the rostral teeth exhibits multibarbed anterior and posterior margins (2 to 5 barbs on each margin). In some specimens tiny protuberances close to the base might be considered as vestigial barbs. Extensive enameloid ribbing are seen on the dorsal and ventral surfaces of the crown; centralized ribs are parallel and confi ned to the more proximal portion of the crown, with peripheral ribs forming progressively wider angles in relation to the longitudinal axis of the tooth, resulting in a fan-like appearance. A variation from 6 to 13 ribs have been observed. The variation seen in the peduncle is the less useful regardingtaxonomic importance since it serves as a “root” to the teeth and many diff erent patterns of rugose surfaces are able to be attached by ligaments. The crown features are more useful for taxonomic distinction and its measures indicate intraspecifi c variation in A. equatorialis.Keywords: Batoidea; Sclerorhynchidae; Alcântara Formation; Cretaceous.

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