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Do Brasil ao Québec, alguns elementos para reflexão: Os Agentes Comunitários de Saúde conectam famílias e os profissionais de saúde.
Author(s) -
Lise Rénaud,
Margareth Santos Zanchetta,
Jacques Rhéaume,
Renaud Côte
Publication year - 2014
Publication title -
tempus
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1982-8829
DOI - 10.18569/tempus.v8i3.1559
Subject(s) - humanities , political science , philosophy
O sistema único de saúde brasileiro comporta 27.000 equipes de saúde da família com uma rede de cerca de 300.000 Agentes Comunitários de Saúde cuja responsabilidade é a de conectar as famílias que são visitadas mensalmente com os profissionais de saúde da unidade de saúde da família. Desde 2003, o Québec realiza uma reforma no setor da saúde e serviços sociais com ênfase na integração de cuidados e serviços (públicos, associativos e privados) e sua inscrição nas redes locais segundo uma perspectiva de responsabilidade populacional. Os comentários apresentados tentam destacar alguns elementos de semelhança ou diferença entre o programa das Unidades de saúde da família implantado no Brasil e aquele das Clínicas da rede integrada ou dos Grupos de medicina de família do Québec. Nos dois casos, existe a preocupação de oferecer serviços de maior aproximação com a população de um dado território, de uma maior acessibilidade e adequação de serviços. Além disto, o Brasil através dos Agentes Comunitários de Saúde, permite uma linha social que assegura o acompanhamento real de todos os membros da família pelos serviços de saúde.

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