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The challenges of instructing health professional according to organizational principles and basis of PSF in Brazil
Author(s) -
Marco Aurélio Da Ros,
C Martínez Marín
Publication year - 2007
Publication title -
tempus actas de saúde coletiva
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1982-8829
DOI - 10.18569/tempus.v1i1.394
Subject(s) - humanities , philosophy
No principio e no fim, falamos é do Sistema Único de saúde (SUS). PSF é só uma parte que vem a ajudar a construí-lo. E antes do SUS, há uma história a ser contada. Porque sem ela não se pode entender a magnitude do desafio que se tem pela frente e a ruptura epistemológica1 que precisamos fazer para construir o novo na saúde, e dentro desse desafio uma das estratégias adotadas é o PSF. Dizer que temos heranças flexnerianas, que temos idéias corporativas, que a mídia não diz nada de bom do SUS, que a população não conhece o SUS/PSF é, até certo ponto, óbvio. Mas, para entendermos o significado e a ousadia de colocar numa constituição que saúde é direito de todos, dever do Estado2 – e a partir daí lutar para viabilizar o inscrito, e montar uma estratégia para tal (uma delas o PSF) –, devemos nos reportar ao século XIX, conforme relata Rosen em seu livro Da Política Médica à Medicina Social3. É de lá que vem a herança progressista do Movimento para Reforma Sanitária, o protagonista da construção do SUS e do próprio PSF.

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