
Hábitos alimentares e atividade física de universitários da área de saúde do município de Petrolina-PE
Author(s) -
Marianne Louise Marinho Mendes,
Fernanda Rodrigues da Silva,
Cristhiane Maria Bazílio de Omena Messia,
Paulo Gustavo Serafim de Carvalho,
Tarcísio Fulgêncio Alves da Silva
Publication year - 2016
Publication title -
tempus
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1982-8829
DOI - 10.18569/tempus.v10i2.1669
Subject(s) - physical activity , humanities , medicine , psychology , art , physical therapy
A pesquisa teve o objetivo de conhecer os hábitos alimentares e o nível de atividade física de estudantes do primeiro e último ano dos cursos de saúde da Universidade de Pernambuco, Campus Petrolina. Trata - se de um estudo do tipo transversal, descritivo e observacional, realizado com estudantes dos cursos de nutrição, fisioterapia e enfermagem da Universidade de Pernambuco (UPE), campus Petrolina. Os instrumentos utilizados foram o Questionário “Como está sua alimentação?” proposto pelo Ministério da Saúde e o questionário Internacional de Atividade Física (International Physical Activity Questionnaire) adaptado. A amostra foi composta por 155 acadêmicos dos cursos de saúde da universidade, dos quais 102 (65,8%) eram ingressantes e 53 (34,2%) concluintes. Com predomínio de indivíduos do sexo feminino. A média de idade foi de 21,7 (± 3,5) anos. Os estudantes apresentaram inadequada ingestão de frutas. O consumo de verduras e legumes esteve dentro do padrão das recomendações diárias para esse grupo de alimentos. Em relação à ingestão de água entre os participantes, tem-se que 72,26% destes não bebem a quantidade recomendada, observou-se diferença significativa (p<0,05) neste quesito. A proporção de alunos classificados como sedentários foi de 7,8% para os do primeiro ano e 1,9% para o último ano. O estudo verificou inadequação de hábitos alimentares, como o reduzido consumo de frutas e a pouca ingestão de água, além do baixo nível de atividade física entre os estudantes dos cursos analisados, observando-se que, mesmo sendo acadêmicos da área da saúde, nem sempre conseguem efetivar na prática aquilo repassado na teoria.