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Herberto Helder e o deslocamento: uma linguagem absurda rizomática
Author(s) -
Jope Leão Lobo,
Rogério Caetano de Almeida
Publication year - 2021
Publication title -
moara – revista eletrônica do programa de pós-graduação em letras issn 0104-0944
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2358-0658
pISSN - 0104-0944
DOI - 10.18542/moara.v0i59.11758
Subject(s) - philosophy , humanities
Qual é a dimensão de homem? Segundo Steiner (1988), essa é a pergunta a que o crítico literário deve responder quando analisa uma obra literária. Um poema sem título presente no livro A morte sem mestre, de Herberto Helder, será analisado com essa intenção. Dessa forma, pretende-se identificar qual é o tipo de homem que permeia a linguagem do referido poeta. Para isso, recorreu-se à filosofia do Absurdo e a alguns autores que discutem a relação entre linguagem, tecnologia e humanidade, como George Steiner (1988) e Deleuze e Guatarri (1995). Porém, não pode se esquecer de que Helder é um homem contemporâneo, assim, por meio da barbárie, ligaram-se as teorias da modernidade, principalmente Compagnon (1999), ao Absurdo. Com isso, espera-se concluir que a linguagem de Helder é permeada pela lógica rizomática, demonstrando um homem que busca a totalidade na junção do racional com o irracional por meio da empatia.

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