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CONDUTÂNCIA ESTOMÁTICA E ÁREA FOLIAR DO MELOEIRO CULTIVADO EM DIFERENTES TIPOS DE SOLOS E SUBMETIDO AO ESTRESSE SALINO
Author(s) -
Breno Leonan de Carvalho Lima,
Iarajane Bezerra do Nascimento,
José Francismar de Medeiros,
Samara Sibelle Vieira Alves,
Jéferson Luiz Dallabona Dombroski
Publication year - 2011
Publication title -
revista verde de agroecologia e desenvolvimento sustentável
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1981-8203
DOI - 10.18378/rvads.v6i2.598
Subject(s) - horticulture , chemistry , physics , biology
Este trabalho foi conduzido em casa de vegetação do departamento de Ciências Ambientais da UFERSA, Mossoró-RN, no período de agosto a setembro de 2010. O objetivo do trabalho foi estudar os efeitos da irrigação com água salina sobre a área foliar e condutância estomática do meloeiro amarelo, híbrido Mandacaru, em diferentes tipos de solos. As amostras de solo foram coletadas nas camadas de 0-20 e 20–40cm, em áreas tradicionalmente cultivadas por fruticultura e hortaliças, no Agropólo Assu/Mossoró, RN. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso em esquema fatorial 5x6, com três repetições. Os fatores foram cinco tipos de solos: S1 (Neossolo quartzarênico), S2 (Argissolo), S3 (Cambissolo), S4 (Neossolo Flúvico) e S5 (Vertissolo), e seis níveis de salinidade da água de irrigação: 0,5; 1,0; 2,0; 3,0, 4,0 e 5,0 dS.m-1, obtidos a partir da mistura de águas com CE de 0,56 dS.m-1 e CE 5,56 dS m-1. O efeito da salinidade sobre o desenvolvimento foliar do meloeiro foi variável em função do tipo de solo onde a cultura foi implantada. A salinidade da água de irrigação reduziu a condutância estomática do meloeiro. A condutividade estomática apresentou maior pico às 8:00 h, para maioria dos solos estudados.

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