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Efeitos da apitoxina e da geleia real sobre o sistema nervoso central
Author(s) -
Alexandre Henrique Costa Gonçalves,
Noély Dantas Araújo,
Pablo Ferlon,
Thazia Katianne de Oliveira Cunha,
Mileunes Alves de Sousa,
Patrício Borges Maracajá
Publication year - 2018
Publication title -
revista brasileira de educação e saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2358-2391
DOI - 10.18378/rebes.v8i4.6322
Subject(s) - medicine
Propôs-se avaliar os benefícios do veneno de abelha e a geleia real no sistema nervoso central. Foi realizada uma Revisão Integrativa da Literatura, selecionando artigos na base de dados Science Direct que abordassem o tema de pesquisa. Foram escolhidos artigos com informações relevantes de pesquisas realizadas entre os anos de 2012 a 2018 para a apresentação de dados e informações relacionados com o presente estudo. O uso do veneno de abelha pode atuar como adjuvante no tratamento para Parkinson, fornecendo efeito neuroprotetor. Acupuntura com veneno de abelha pode reduzir neuroinflamação e induzir recuperação na lesão de medula espinhal. Também, a terapia com veneno de abelha restaurou a neuroquímica do cérebro após administração de rotenona. Em longo prazo, a utilização da geleia real pode diminuir a concentração de GABA estriatal e hipotalâmica. Ainda, possui efeitos antiestresse e neuroprotetores sob condições de estresse. A geleia real fornece proteção suficiente contra os efeitos danosos da tartrazina na função e estrutura do tecido cerebral de filhotes de ratos. Também, seu uso resultou em melhorias na neurotransmissão em idades avançadas, trazendo benefícios à memória e o tratamento com geleia real diminuiu de maneira significativa o número de células apoptóticas induzidas por lesão na medula espinal. A partir dos resultados obtidos nesse presente estudo, constaram-se os principais benefícios do veneno de abelha e da geleia real para o sistema nervoso central, dentre os quais se destacam: adjuvante para o tratamento de Parkinson, melhora da memória em idades avançadas, redução significativa do número de células apoptóticas em lesões espinhais, como também normalizou marcadores neuroinflamatórios e apoptóticos.

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