
RELAÇÃO HIDRÁULICA ENTRE O COMPLEXO BELO HORIZONTE E O GRUPO BAMBUÍ NA PORÇÃO SUL DA APA CARSTE DE LAGOA SANTA, MG
Author(s) -
Isabella Brito Andrade,
Jéssica Aparecida Barbosa,
Carolina Gomes Ribeiro,
Rodrigo Sérgio de Paula,
Leila Nunes Menegasse Velásquez
Publication year - 2020
Publication title -
geonomos
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2446-6964
pISSN - 0104-4486
DOI - 10.18285/geonomos.v27i1.21852
Subject(s) - humanities , physics , geology , mineralogy , art
A área desse estudo situa-se ao norte da cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, possui 432 km² e intersecciona parcialmente a porção sul da Área de Proteção Ambiental Federal (APA) Carste de Lagoa Santa. A porção basal é geologicamente caracterizada por granodioritos, granitos e gnaisses que denem as rochas do Complexo Belo Horizonte. Sobreposto a essa unidade por contato tectônico, estão as coberturas neoproterozoicas do Grupo Bambuí, que dá base para o topo constituam-se, pela Fm. Sete Lagoas, composta por metacalcários, e Fm. Serra de Santa Helena, constituída por metapelitos foliados. Lineamentos fotointerpretados associados com estruturas mensuradas em campo e dados hidráulicos de poços tubulares foram utilizados para a determinação do uxo subterrâneo entre as rochas do Complexo Belo Horizonte e a Formação Sete Lagoas. A partir dos dados de capacidade especíca obteve-se que a direção NE é tita como preferencial para transferência de uxo d'água das fraturas do embasamento cristalino para as rochas supracrustais do Grupo Bambuí, de onde o uxo segue preferencialmente na direção EW. Entretanto, os dados hidráulicos de produtividade levantados mostram que as faixas produtivas nas rochas carbonáticas se orientam preferencialmente nas direções N60-90E e N60-90W.
Palavras-Chave: Apa carste de lagoa santa; hidrogeologia; produtividade poços tubulares