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O PARADIGMA DO MOVIMENTO RELATIVO DE FALHAS NA MODELAGEM FÍSICA ANALÓGICA
Author(s) -
Caroline Janette Souza Gomes,
André Danderfer Filho,
Silvia Carolina Martins Braga,
Maria Verônica Pessôa
Publication year - 2013
Publication title -
geonomos
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2446-6964
pISSN - 0104-4486
DOI - 10.18285/geonomos.v13i1e2.123
Subject(s) - physics
Em experimentos de areia foram simulados sistemas de falhas distensivos e de inversão tectônica positiva,com o objetivo de discutir o paradigma do movimento relativo de blocos de falhas. Os sistemas, querepresentam hemigrabens com falha de borda lístrica, foram simulados, em diferentes modelos, comtranslação do bloco do teto e do muro. Os experimentos demonstraram que o bloco móvel de uma falhanormal lístrica influencia na arquitetura dos sistemas estruturais. Em uma bacia extensional, o ângulo demergulho das falhas internas, antitéticas, é mais baixo quando o bloco do teto é móvel. Isto ocorre, porqueo movimento progressivo do teto causa rotação horária destas falhas. Nos experimentos de inversão tectônica,o fechamento da bacia pelos diferentes blocos, do muro e do teto, causa a reativação do descolamento basalem dois domínios distintos, no início da rampa e ao longo de seu segmento horizontal, respectivamente. Ofato conduz à nucleação de falhas de empurrão (e retroempurrão) em posições distintas. Assim, quando obloco do muro é móvel, ascensão e espessamento do pacote sin-rifte ocorrem, sob baixa magnitude dedeformação, no início do processo deformacional.Palavras-chave: modelagem física, extensão, inversão tectônica, translação do bloco do muro e teto ABSTRACT:Scaled analogue fault-block models were constructed with homogenous sand packs to discuss theparadigm of their relative motion. In a first set of extensional experiments, we simulated hangingwall dislocation above a listric normal detachment as described in the literature and compared it to afootwall deformation experiment. An inverted extensional fault system was also constructed toanalyze the effect of hanging wall and footwall deformation. Our models demonstrate that the activefault block partially controls the evolution of fault systems. In extensional domains, translation ofthe hanging wall produces clockwise rotation of antithetic faults, resulting in lower dip angles thanthose formed by activation of the footwall block. In the experiments involving extension andinversion, thrusts nucleate at the fault-flat by activation of the hanging wall–block, and at the faultramp-toe by activation of the footwall–block. Thus, in the footwall deformation model, ascensionand thickening of the syn-rift deposits occur during the early stages of deformation.Keywords: analogue modelling, extension, tectonic inversion, footwall dislocation, hanging wall dislocation.

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