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DA FINITUDE À ANÁLISE EXISTENCIAL DO MORRER: A MORTE COMO FENÔMENO DA VIDA
Author(s) -
Deborah Moreira Guimarães
Publication year - 2021
Publication title -
fragmentos de cultura
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1983-7828
pISSN - 1414-9494
DOI - 10.18224/frag.v31i1.8585
Subject(s) - philosophy , humanities
O presente artigo pretende reconstruir o modo como Heidegger analisa o fenômeno da morte a partir, sobretudo, da obra “Ser e tempo” (1927), tendo em vista a sua relação com as noções de finitude e compreensão. Averiguar se e em que medida o morrer se constitui como um fenômeno da vida é o nosso objetivo principal, isto é, trata-se de examinar como o conceito de “findar” aparece na analítica existencial e se a sua ocorrência determina modos específicos de relação com a totalidade significativa, conforme o modo-de-ser próprio ao ente em questão. Logo, partiremos da descrição do findar (enden) do ser-aí humano, ou seja, do morrer (sterben), como manifestação da finitude da compreensão humana no que diz respeito à possibilidade de articulação e mobilização de sentidos abertos na facticidade.

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