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À semelhança do estudo de Chase e Simon: Sobre a memória de informação clínica por psicoterapeutas dinâmicos especialistas e não-especialistas
Author(s) -
Ana Sofia Santos,
M. Fátima Reis,
Leonel Garcia­Marques
Publication year - 2014
Publication title -
psicologia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.142
H-Index - 2
eISSN - 2183-2471
pISSN - 0874-2049
DOI - 10.17575/rpsicol.v12i2.579
Subject(s) - humanities , philosophy , physics
Psicoterapeutas de orientação com diferentes graus de experiência, foram sujeitos, uns à condição de dois casos clínicos típicos e outros à condição de dois casos clínicos atípicos. Todos os psicoterapeutas foram confrontados com dias tarefas: (1) avaliação diagnóstica, e (2) tarefa de memória em que reconheciam a informação contida nos casos, depois de os terem visto separadamente durante seis minutos (para cada um). Os resultados mais importantes foram: os especialistas revelaram um desempenho superior na tarefa de memória ao reconhecerem um número significativamente maior de índices na condição de casos típicos, e face à informação incongruente emergiu uma especialidade dos não-especialista. Estes resultados tornaram-se ainda mais pregnantes quando, na análise, se utilizou um critério de correção das respostas mais abrangente ou benevolente, já que este permite obter uma medida mais sensível da memória. Estas diferenças não puderam ser atribuídas a uma capacidade superior de memória de qualquer dos grupos foi idêntico. Adicionalmente, constatou-se um maior reconhecimento dos índices consistentes com o diagnóstico de psicose. Este resultado foi relacionado com o elevado número de diagnósticos de psicose que surgiram nos casos atípicos; e pode ser explicado por postulados teóricos baseados na teoria dos esquemas, que serão brevemente discutidos no presente estudo.

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