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Autotradução acadêmica: o caso da produção publicada no periódico acadêmico periférico plurilíngue Ecos de Linguagem
Author(s) -
Maria Alice Gonçalves Antunes
Publication year - 2022
Publication title -
mutatis mutandis revista latinoamericana de traducción
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.216
H-Index - 4
ISSN - 2011-799X
DOI - 10.17533/udea.mut.v15n1a10
Subject(s) - humanities , philosophy , political science
Um conjunto de práticas é implementado pelas instituições de ensino superior no Brasil com vistasà internacionalização do conhecimento acadêmico-científico de seus pesquisadores. Uma delas é acriação de periódicos bilíngues. É inegável o papel da tradução nesse processo. Destaco a autotraduçãoacadêmica, considerada como a tradução de um texto de especialidade executada pelo autor--pesquisador que o escreveu originalmente. Neste artigo, analiso o caso do Ecos de Linguagem, umperiódico multilíngue, do Instituto de Letras (Universidade do Estado do Rio de Janeiro —uerj—).Discuto a publicação em periódicos acadêmicos através da autotradução e como esses fenômenosrelacionam-se. O periódico incentiva a leitura em diversas línguas sem abrir mão da publicação emportuguês. Entre 2012 e 2018, foram publicados 6 números bilíngues, com 57 artigos, 49% dos quaistraduzidos pelos próprios autores. Contrariando prática frequente, entre 2012 e 2015, o Ecos de Linguagemtorna visível o nome do autotradutor. Contrariando também a prática mais frequente datradução para o inglês, o Periódico publicou, entre 2012 e 2015, seis números bilíngues: um emportuguês/italiano, um em português/francês, três em português/espanhol e um em português/inglês. Este artigo apresenta um estudo de caso com autores que participaram do número em português/francês. Utiliza entrevistas semiestruturadas com um pesquisador por vez —e e-mails paraesclarecer pontos específicos levantados durante as entrevistas— realizadas através de aplicativo desoftware de videoconferência. A análise dos dados foi feita com base na tipologia de autotraduçãoconcebida por Jung (2002). Os resultados indicaram a necessidade da ampliação dessa tipologia coma inclusão de dois critérios: o suporte e a modalidade.

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