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HÁ ESPAÇO PARA A ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NERVOSA TRANSCUTÂNEA (TENS) COM MEIO DE INCENTIVO A REGENERAÇÃO NERVOSA PERIFÉRICA? UM ENSAIO TEÓRICO
Author(s) -
Diego Marques Cavalcante,
Eduardo Lopes Martins,
Ana Maria Blanco Martínez,
M. a Vannier-Santos,
Kátia Nunes Sá,
Abrahão Fontes Baptista
Publication year - 2013
Publication title -
revista de pesquisa em fisioterapia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2238-2704
DOI - 10.17267/2238-2704rpf.v2i2.99
Subject(s) - humanities , medicine , philosophy
Introdução: O uso de campos eletromagnéticos com o intuito de se incentivar a regeneração nervosa periférica vem sendo estudado principalmente desde a década de 80.  Mutios meios de se administrar campos elétricos foram utilizados, tais como eletrodos implantados, estimulação intra operatória e eletrodos de agulha, porém existem poucos dados acerca do uso da estimulação elétrica com eletrodos de superfície (transcutânea).  Por outro lado esta forma é usada muitas vezes para o controle da dor, sendo que em algumas delas há lesão nervosa periférica e degeneração Waleriana associada.  Objetivos: O objetivo deste trabalho é apresentar as formas de se usar campos elétricos clinicamente com o objetivo de se promover a regeneração nervosa periféricas e discutir, dentro deste contexo, o uso da estimulação elétrica nervosa transcutânea.  Métodos: Foi realizada uma revisão narrativa da literatura, incluindo trabalhos pré clínicos e clínicos sobre o uso de campos elétricos para se promover regeneração nervosa periférica, que tenham sido publicados em periódicos indexados no PubMed e Scielo, nas línguas portuguesa, inglesa, esponhala e francesa, no período de 1980 até 2012.  Resultados e discussão: A grande maioria dos trabalhos encontrados são pré-clinicos, em camundongos e ratos.  A estimulação peri-operatória ou com eletrodos implantados é a mais comum e somente um utilizou a estimulação elétrica nervosa transcutânea.  Em geral os resultados apontam para um efeito positivo na regeneração nervosa periférica, mas os parâmetros de estimulação parecem ser críticos para os resultados, especialmente a frequência da corrente, o período de início do tratamento e o número de sessões de estimulação.

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