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Avaliação de Ibicella lutea como agente antimicrobiano frente à Staphylococcus aureus
Author(s) -
Lisiane Martins Volcão,
Tatiane S. Coelho,
Alváro Vàsquez,
María Pía Cerdeiras,
Pedro Eduardo Almeida da Silva,
Flávio Manoel Rodrigues da Silva Júnior,
Daniela Fernandes Ramos
Publication year - 2016
Publication title -
revista de epidemiologia e controle de infecção
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2238-3360
DOI - 10.17058/reci.v6i4.8200
Subject(s) - chemistry , staphylococcus aureus , microbiology and biotechnology , traditional medicine , biology , medicine , bacteria , genetics
Justificativa e Objetivos: O estudo objetivou a avaliação da atividade antibacteriana de extratos brutos e frações de Ibicella lutea, na inibição do crescimento de Staphylococcus aureus, avaliando a combinação destes compostos e sua atividade citotóxica. Métodos: Para a atividade antibacteriana dos extratos foi utilizado o Teste de Microdiluição em Caldo, seguido do Teste Checkerboard. Os extratos que apresentaram atividade antibacteriana foram submetidos ao teste de citotoxicidade, com células macrofágicas e determinação do seu Índice de Seletividade (IS). Resultados: A fração de acetato de etila(AcOE) obteve o melhor potencial antibacteriano (6,25 µg/mL), entretanto nenhum dos compostos testados apresentaram atividade bactericida nas concentrações empregadas. Neste estudo pode-se observar uma ação aditiva entre as frações AcOE e metanólica (MeOH), sendo a interação entre os extratos brutos indiferente. De acordo com o teste de citotoxicidade, a fração AcOE apresentou uma maior índice de sobrevivência das células macrofágicas (IC50%=30,35 µg/mL). Entretanto, quando calculado o IS, não houve resultados satisfatórios (IS < 10) para os extratos analisados. Conclusões: Neste estudo observou-se o potencial antibacteriano das frações AcOE e MeOH, assim como uma ação aditiva na combinação das frações, dando suporte para o isolamento e caracterização de seus componentes ativos. Apesar dos extratos não apresentarem um IS satisfatório, novos estudos de toxicidade devem ser realizados para determinar com segurança o potencial de uso dos produtos provenientes de I. lutea, como é o caso de medicamentos para uso tópico ou biocidas.

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