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PERIGO SÍSMICO NO BRASIL E A RESPONSABILIDADE DA ENGENHARIA DE ESTRUTURAS
Author(s) -
Petrus Gorgônio Bulhões da Nóbrega,
Selma Hissae Shimura da Nóbrega
Publication year - 2016
Publication title -
holos
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1807-1600
pISSN - 1518-1634
DOI - 10.15628/holos.2016.4703
Subject(s) - humanities , political science , philosophy
No Brasil os terremotos são relativamente raros, especialmente os de maior magnitude, sendo a probabilidade de desastres e mortes relativamente pequena a ponto de muitos projetos de engenharia não a levarem em conta, a despeito do que está estabelecido na norma brasileira de projetos de estruturas resistentes a sismo (NBR 15421). Todavia, a sismicidade do Brasil não é nula; especialmente para algumas áreas, como a borda passiva, cuja média é superior a 70% da registrada na região continental estável. Os terremotos são imprevisíveis, mas a boa engenharia não deve ser. Este artigo discute a importância da consideração das ações sísmicas nas análises das estruturas civis, fazendo uma avaliação do mapa de perigo sísmico trazido pela NBR 15421, indicando procedimentos e condutas que devem ser tomados para o adequado projeto. Embora os projetos de algumas edificações, em algumas áreas do país, possam realmente desprezar a ação sísmica, tem-se a necessidade de discutir os procedimentos adequados para os prédios de operação especial e uso coletivo, exatamente aqueles que deveriam funcionar em caso de sinistro. Se não é possível eliminar o perigo sísmico, o objetivo é diminuir a vulnerabilidade a fim de se ter um risco sísmico aceitável, com um custo econômico e social admissíveis.

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