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Desempenho ocupacional e aplicação da Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF) em um serviço de reabilitação
Author(s) -
Mariana Thereza Alves,
Alessandra Cavalcanti,
Ivânia Garavello,
Edinara Kososki,
Fabiana Caetano Martins Silva e Dutra
Publication year - 2019
Publication title -
revista de salud pública
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.195
H-Index - 23
eISSN - 2539-3596
pISSN - 0124-0064
DOI - 10.15446/rsap.v21n3.76011
Subject(s) - international classification of functioning, disability and health , medicine , activities of daily living , recreation , rehabilitation , occupational therapy , physical therapy , gerontology , psychology , political science , law
Objetivo Descrever o perfil sociodemográfico e analisar o desempenho ocupacional de usuários de um serviço especializado em reabilitação, de acordo com o modelo da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Materiais e Métodos Estudo documental e exploratório, com análise dos prontuários de 97 pacientes atendidos entre 2013 a 2015, avaliados pela Medida Canadense de Desempenho Ocupacional (COPM). Resultados A idade variou de 14 e 83 anos (média de 48,4 anos); sendo a maioria mulheres (57,7%), casados (43,3%) e aposentados (39,2%). A maioria tinha menos de oito anos de estudo (42,3%); 80,4% eram sedentários; 12,4% tabagistas e 19,6% consumiam bebida alcoólica regularmente. Síndrome do manguito rotador, acidente vascular encefálico e fraturas de membro superior foram os diagnósticos mais frequentes. A média do desempenho foi 4,28 pontos (DP=1,84) e da satisfação com o desempenho foi 4,43 pontos (DP=2,41). Verificou-se dificuldades em atividades de autocuidado; mobilidade funcional; atividades produtivas e atividades de lazer e recreação. Em relação aos componentes da CIF, o domínio Mobilidade obteve maior número de categorias citadas pelos usuários, enquanto que o domínio Cuidado Pessoal obtive o maior número de queixas. Conclusão O desempenho ocupacional dos pacientes apresentou mais limitações em atividades de autocuidado e produtivas. A aplicação da CIF para classificar as atividades identificou demandas específicas em cinco domínios, sendo mobilidade e cuidado pessoal os mais frequentes. Estes resultados permitem direcionar as ações de saúde às reais necessidades dos pacientes e estruturar a prática profissional. 

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