
POSSÍVEIS EVIDÊNCIAS DA VITAMINA B12 NA DOR NEUROPÁTICA: Seria um fator de proteção em Doenças Neurológicas?
Author(s) -
Adalgiza Mafra Moreno,
Marco Orsini,
Jacqueline Stephanie Fernandes do Nascimento,
Nicolle dos Santos Moraes Nunes
Publication year - 2021
Publication title -
revista augustus
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1981-1896
pISSN - 1415-398X
DOI - 10.15202/1981-1896.v27n54p109
Subject(s) - medicine , humanities , gynecology , philosophy
Introdução: A prevalência de pacientes acometidos por dor neuropática na população em geral pode chegar a 10%. Quando comparado com demais síndromes de dor crônica, os pacientes com dor neuropática descrevem pior estado de saúde mental e física, tornando-se desafiador seu controle. Dado o visível quantitativo de doenças associadas à dor neuropática e as respostas restritas aos manejos atuais, revela-se a busca por novas terapêuticas a serem utilizadas como monoterapia ou em combinação com os tratamentos vigentes. Uma dessas terapêuticas baseia-se na suplementação com vitamina B12, ainda que não seja evidenciado sinais sugestivos de deficiência. Metodologia: Trata-se de estudo exploratório descritivo que emprega o método de revisão integrativa, categoria que consiste em explorar o conhecimento já definido, incluindo pesquisas com diferentes técnicas. Realizou-se em abril de 2020 o levantamento de artigos indexados nas bases de dados eletrônicas PubMed, MedLine, LILACS e BIREM. Resultados e Discussão: Há vários anos, a vitamina B12 tem sido empregada sob forma de monoterapia ou combinadas a demais fármacos para o tratamento de dor em diversas condições clínicas, como dor inflamatória, neuropática, doenças neurodegenerativas, radiculopatia, e etc. demonstrando evidências positivas. Conclusão: Dada as evidências, a vitamina B12 apresenta-se como um candidato potencial para o tratamento da neuropatia periférica com boa segurança e baixa incidência de efeitos colaterais, destacando-se pelos efeitos analgésicos em diferentes síndromes dolorosas e neuropáticas, como adjuvantes ou em monoterapia.