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De escola colonizadora a lugar de resistência étnica: A escola indígena específica e diferenciada que querem os povos Mbya Guarani
Author(s) -
Fátima Rosane Silveira Souza,
Ana Luísa Teixeira de Menezes
Publication year - 2020
Publication title -
education policy analysis archives
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.727
H-Index - 46
ISSN - 1068-2341
DOI - 10.14507/epaa.28.4770
Subject(s) - sociology
Este artigo propõe discussões sobre a educação na escola indígena, na perspectiva dos povos Mbya-Guarani das aldeias Tekoa Ka’agui Poty e Tekoá Yvy Poty, sul do Brasil. A escola indígena quer transformar um modelo de escola colonizador e integracionista, em um lugar de resistência étnica, de preservação da cultura. Como política pública, sua efetividade depende de posicionamentos governamentais que são influenciados pela dificuldade do não indígena em compreender e respeitar as diferenças que observam no modo de ser Guarani. O Guarani não faz distinção entre vida, educação e espiritualidade e quer uma escola que contribua para fortalecer esse modo de viver. A metodologia de investigação tem como inspiração uma ação participante e colaborativa, com trocas recíprocas e simétricas entre indígenas e não indígenas.

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