z-logo
open-access-imgOpen Access
FLUXOS DE ENERGIA RADIANTE EM CULTIVOS DE AMORA-PRETA ‘TUPY’
Author(s) -
Edgar Ricardo Schöffel,
Patrícia Marques dos Santos,
Leandro da Rosa Maciel,
Flávio Gilberto Herter,
Roberto Trentin
Publication year - 2021
Publication title -
caminhos de geografia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1678-6343
DOI - 10.14393/rcg228054787
Subject(s) - physics , horticulture , angstrom , biology , chemistry , crystallography
O objetivo do trabalho foi determinar o albedo e caracterizar a interferência das épocas de poda invernal sobre a partição dos fluxos de radiação em cultivos de amora-preta ‘Tupy’. O experimento foi realizado em um pomar comercial no município de Morro Redondo, RS, em que as podas foram realizadas em 18/07 (precoce), 10/08 (convencional) e 01/09 (tardia). As fases do ciclo fenológico com maior acúmulo de radiação solar global e de saldo de radiação foram as fases de baga verde à baga rosa e de botão floral à flor aberta. Da brotação até a maturação dos frutos os cultivos apresentaram regularidade na quantidade de radiação solar global recebida totalizando 1392,1 MJ m-2 (precoce), 1327 MJ m-2 (convencional) e 1408,7 MJ m-2 (tardia). Em dia nublado o balanço de radiação de ondas curtas sobre o cultivo de amora-preta acompanhou a mesma redução da radiação solar global, 85%, em relação ao dia ensolarado, enquanto para o balanço de radiação de ondas longas essa redução foi de 50% (poda convencional e precoce) e de 60% (tardia). O albedo da amora-preta ‘Tupy’ variou de 0,22 a 0,23 e o saldo de radiação sobre o cultivo representou 54% a 59% da radiação solar global.

The content you want is available to Zendy users.

Already have an account? Click here to sign in.
Having issues? You can contact us here
Accelerating Research

Address

John Eccles House
Robert Robinson Avenue,
Oxford Science Park, Oxford
OX4 4GP, United Kingdom