
FLORA DA BAHIA: LEGUMINOSAE – VIGNA (PAPILIONOIDEAE) – ESTUDO TAXONÔMICO DO GÊNERO NA BAHIA
Author(s) -
Kleber de Araújo Soares
Publication year - 2019
Publication title -
anais do ... seminário de iniciação científica/anais seminário de iniciação científica
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2595-0339
pISSN - 2175-8735
DOI - 10.13102/semic.v0i22.4164
Subject(s) - vigna , taxon , biology , botany , sensu , phaseolus , fabaceae , genus
A família Leguminosae, com cerca de 19.500 espécies e 770 gêneros (Lewis et al., 2005; LPWG, 2013) atualmente é dividida em seis subfamílias, sendo Papilionoideae a de maior representatividade quanto ao número de espécies, com de 14.000 (LPWG, 2017).Vigna Savi (Phaseoleae, Phaseolinae) sempre foi um gênero de delimitação complicada, devido à sua relação com Phaseolus e Dolichos (Marechal et al. 1978). Delgado-Salinas et al. (2011) segregaram Vigna sensu lato em sete gêneros: Ancistrotropis, Cochliasanthus, Condylostylis, Helicotropis, Leptospron, Sigmoidotropis e Vigna sensu stricto. Dentre as espécies ocorrendo na Bahia, V. halophila (Piper) possui posição taxonômica confusa, por apresentar caracteres de Sigmoidotropis, principalmente sua carena sigmoide e legume comprimido lateralmente, o que torna necessário um estudo filogenético para definir sua posição taxonômica.Assim como outros gêneros das Phaseolinae, espécies de Vigna podem apresentar projeções carnosas (calosidades) no estandarte, com morfologia variando entre espécies. Maréchal et al. (1978), apresentam ilustrações de calosidades dos grupos de Phaseoleae, porém, ilustrações focadas em Vigna, podem apresentar valor taxonômico.