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LEVANTAMENTO DAS ESPÉCIES DE MAMIFEROS NÃO VOADORES DE PEQUENO PORTE (ROEDORES E MARSUPIAIS) DA SERRA DA JIBOIA, BAHIA, BRASIL.
Author(s) -
Wallysson Hebert da Silva
Publication year - 2019
Publication title -
anais do ... seminário de iniciação científica/anais seminário de iniciação científica
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2595-0339
pISSN - 2175-8735
DOI - 10.13102/semic.v0i22.4130
Subject(s) - biology , humanities , art
Localizada no Recôncavo Sul da Bahia, a Serra da Jiboia é uma área que compreende uma porção de Mata Atlântica, rodeada por cinco municípios, sedo eles: Elísio Medrado, Santa Teresinha, Varzedo, São Miguel das Matas e Castro Alves. Por ser uma área de floresta neotropical, pode-se perceber que a Serra da Jiboia possui uma grande diversidade de organismos dentre esses podemos citar os pequenos mamíferos terrestre, que estão entre as formas mais diversas de mamíferos no Brasil, no entanto o baixo número de pesquisas realizados a respeito desses animais em algumas regiões do país é bastante reduzida e isso se intensifica em relação aos estudos voltados para o recôncavo baiano, principalmente na Serra da Jiboia. Entre as formas mais importantes nas florestas neotropicais estão os didelfimorfios e os roedores (Emmons & Feer, 1997; Reis et al., 2011). Estes animais são muito importantes do ponto de vista ecológico, já que atuam como dispersores de sementes, polinizadores, reguladores das populações de invertebrados e plantas e, além disto, ocuparem posições basais na teia trófica, servindo de presas para vertebrados maiores (Cáceres & Monteiro-Filho, 2000; Terborgh et al., 2001; Reis et al., 2011). Entre os roedores e didelfimorfios que ocorrem na Mata Atlântica, cerca de 30% e 15%, respectivamente, são endêmicos (Paglia et al., 2012), o que ressalta a importância da continuidade e da intensificação dos estudos neste bioma.A Serra da Jiboia está localizada numa área de crescente urbanização, e a ação antrópica pode interferir na dinâmica da floresta, através da caça predatória, do desmatamento e da degradação dos recursos hídricos, por isso, é de extrema importância que estudos na Serra da Jiboia sejam intensificados, para que a mastofauna da região seja conhecida e decisões sejam tomadas para preservar e impedir que esses efeitos nocivos continuem degradando a floresta.

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