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Avaliação da biomassa de maracujá-amarelo (Passiflora edulis f. flavicarpa) in natura como bioadsorvente para a remoção de Cd e Pb em meio aquoso
Author(s) -
Tailan Queiroz Cavalcante
Publication year - 2019
Publication title -
anais do ... seminário de iniciação científica/anais seminário de iniciação científica
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2595-0339
pISSN - 2175-8735
DOI - 10.13102/semic.v0i22.4042
Subject(s) - chemistry , nuclear chemistry , microbiology and biotechnology , heavy metals , humanities , physics , environmental chemistry , art , biology
A UNESCO (2017) anuncia em seu Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos de 2017 que todos os países, com exceção dos mais desenvolvidos, lançam uma grande quantidade de águas residuais no meio ambiente sem tratamento adequado. Em âmbito global, esses números podem chegar a mais de 80%.Os resíduos descartados carregam uma grande quantidade de metais potencialmente tóxicos comumente encontrados no dia-a-dia da população, que podem ocasionar na bioacumulação nos animais e plantas, que em cadeia alimentar tornam-se de grande risco à saúde dos seres humanos. (RAMOS, et al. 2016; MELO, 2017)Dentre os metais pesados considerados como prejudiciais para a saúde humana destacam-se o antimônio, arsênio, berílio, cádmio, cromo, cobre, mercúrio, níquel, chumbo, selênio, prata e zinco. (NOVOTNY, V. 1995)A remoção destes íons metálicos torna-se complexa de acordo com a forma em que é encontrada no meio aquoso além de ser um procedimento caro. Entre os processos de tratamento mais comuns da água contaminada, destacam-se a osmose reversa, precipitação por via química, adsorção em carvão ativado e a oxirredução (AGUIAR et al, 2002, apud MELO, M. O. 2017). A adsorção vem ganhando espaço devido sua alta eficiência e baixo custo, além disso, é considerada superior a outras técnicas tanto na reutilização da água quanto na regeneração do adsorvente. (MENEZES, 2010, apud RAMOS, 2016.)Segundo dados da Embrapa (2017) e do IBGE 2016, o Brasil é o maior produtor de maracujá do mundo, sendo que 95% deste produto é destinado as indústrias de sucos que geram resíduos de cascas do maracujá, sendo assim, torna-se viável um estudo deste material como bioadsorvente de metais tóxicos. Neste sentido, estaremos agregando valor e dando utilidade a casca de maracujá que seria descartada e usando-a para o nosso benefício como bioadsorvente de metais potencialmente tóxicos em meio aquoso.Portanto, busca-se avaliar a eficiência da biomassa oriunda da casca do maracujá-amarelo (Passiflora edulis f. flavicarpa) in natura como bioadsorvente de metais potencialmente tóxicos como o cádmio e chumbo em meio aquoso.

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